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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Morretes/PR - Estrada da Graciosa

Olá galera,
Já fui para Morretes no litoral do Paraná algumas vezes. Neste post vou colocar informações sobre ter delas. A primeira quando fui com a minha mãe; a segunda quando estive com as Peruanas, Violeta e Lulú e a terceira quando fui de Bike com a Lú, o Alfalfa e o pessoal dos Beras.
Em 2013 combinamos em um dos fins de semana de novembro de ir para Morretes, para quem não conhece as atrações principais são descer o rio de bóia, comer barreado e paa os aventureiros descer de Bike. 
Na vez que foi com a mãe descemos pela rodovia 277, fomos direto para Morretes e almoçamos no meu retaurante preferido o Villa Moretes fica do outro lado da ponte e a comida é simplesmente maravilhosa.

Quem vai precisa comer o prato típico da região, o Barreado, carne desfiada feita na panela de barro, farinha e banana. Para quem estiver disposto a comer muito, tem o barreado completo, que acompanha ainda, camarão (ao bafo e a milagrosa), peixe e pirão.
Já quando fui com Violeta e Lulú fomos pela estrada da Graviosa.
A vista da Serra do Mar é esplendorosa. Tem vários lugares para parar, indico uma cachoeira que tem no caminho e o mirante.
Novamente nesta vez comemos no restaurante Villa Moretes. Lá encontramos o Jeferson, almoçando com sua família, puder conhecer o seu filho guerreiro. 
O terceiro episódio que vou comentar foi uma ida de Bike pela estrada da Graciao. De casa até Morretes foram 80 km. Isso mesmo, mas depois andei mais, já conto.
Depois de chegar na serra pegamos alguns kilometros pelo caminho antigo. São mais ou menos 7 km de cascalho e muita natureza. 

Ficar atento, pois tem uma placa que sinaliza para este trecho. Não aconselho passar de carro por este pedaço!
Chegando esmoreceres almoçamos no restaurante Madalosso, muito tradicional. Mas, ainda prefiro o Villa Morretes.
Para quem acha que a aventura acabou, segui mais 56 kilometros até Ipanema/PR. Uma praia no litoral paranaense. 
O sol estava forte, parei várias vezes para tomar água e renovar o protetor solar. Confesso que isso fez com que eu sentisse bastante cansaço nos últimos 20 km. 
Essa não foi nem de longe a primeira vez que foi para o litoral paranaense de Bike, mas o calor e o almoço caprichado em Morretes, somados aos 136 km, me deixassem cansado. Mas, isso não atrapalhou em nada aproveitar o super churrasco preparado pelo João, na casa da Prof. Marynelma.
Além disso, a vista do apartamento dela ajudava a recarregar as energias.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Trilha para Machu Picchu

Olá Galera!!!
Só para que tenham ideia do que está por vir, compartilho a vista que presenciamos no início de uma aventura de 04 dias para Machu Pichu. 
O guia (Jhimmy Henry Guzman) nos explicou que no dia anterior havia nevado e está paisagem será vista nos dois próximos dias. Magnífico!
Não tenho como explicar a beleza da cordilheira.
Só a estrada até o ponto onde inicia o Downhill já é uma atração inacreditável.
Estamos a 4.300 m de altura. Conheço que no início estava com um pouco de medo. Mas, depois só alegria.
Nosso grupo.
- Lesly Garzon
- Laura Beltran Morales
- Bibiana Preciado 
- Rosie Metcalfe
- Jed Lloyd
- Carlos Javier Egio
A descida.
Ao final da descida tive uma surpresa super desagradável, deixei minha carteira cair durante o Downhill. Perdi os cartõess de débito e crédito, minha carteira de motorista, carterinha do hostel internacional e 40 soles. O que tenho ainda: RG, passaporte, uns 90 dólares e duzentos soles.
Quando chegar em Cuzco vou ter que dar um grito nisso!!!
Enquanto isso, o mundo não para de girar. Fomos fazer rafting. A equipe não é tão profissional, mesmo assim foi bem bacana. Não ou postar fotos pois não tiramos, mesmo assim, fora perder a carteira (putz) está tudo maravilhoso.
Depois do rafting fizemos uma trilha de aproximadamente 1 hora morro cima. Eu, Carlos e o guia acabamos por ter que carregar as bagagens das meninas porque realmente a subida foi dura.
Para compensar, um banho frio e uma comidinha caseira. 
Tudo perfeito até aqui, a não ser pela perda da carteira, ainda estou pensando como vou conseguir dinheiro ao chegar em Cuzco.
Dica: deixe seu dinheiro e seus cartões em dois lugares distintos, caso perca ou te roubem um, o outro estará seguro.
Super dica: não perca a carteira... Rsrsrs.
  • Dia 02 
Tivemos uma noite excelente no meio da floresta, na casa de nativos da região.
Acordar e ter essa vista, realmente não tem preço. 
Tomamos um café concentrado com água quente e comemos um omelete com pão. 
Depois do café, Jhimmy nos explicou sobre os alimentos da região e nos preparou com pinturas Inca para a caminhada na trilha Inca.
A trilha Inca é emocionante, maravilhosa e clã um pouco cansativa. Mas, muito bela. Durante a trilha nosso guia (Jhimmy), nparou para pegar pêra, tomate e mais algumas frutas. O cara é gente boa.
Depois de caminhar quase uma hora, a maior surpresa da viagem. Um argentino (curioso, não?) que havia achado minha carteira entregou ao seu guia que entregou a mim. Estava quase tudo lá, so os soles que não. Quando isso ocorreu, eu estava neste lugar:
Depois de 2 horas de caminhada puxada, com direito a muito calor, chegamos ao local do almoço. Novamente a casa de moradores da região, na beira do rio que vocês puderam ver na foto anterior. Único detalhe que naquele momento estávamos a mais ou menos a 100 metro de altura considerando o rio. Durante o almoço, uma macarronada, descobri eu Lesly está atendo a mesma dieta que eu. Interessante saber que uma colombiana, que trabalha na universidade faz a mesma dieta que um brasileiro que trabalha com educação, realmente o mundo é muito pequeno.
Depois do almoço, tivemos três hora de caminha um pouco mas tranquila, sem tanta subida, a não ser por uma que tivemos que quase escalar. Novamente tenho que dizer que tudo é lindo. Vejam o pessoal passando uma ponte, está foi fácil. 
Difícil foi cegar a algo como uma Tiroleza. Tive muito medo, pois estava a 240 meros de altura em relação ao rio.
Depois das caminhadas e das aventuras chegamos a águas termais. Foi tudo de bom para relaxar.
O lugar é impressionante, pense em um clube com piscinas térmicas no meio da floresta.
Por fim chegamos a uma cidadezinha, onde nós hospedamos em um lugar que tem estilo de hostel, jantamos em um restaurante e fomos a uma discoteca. Na discoteca só haviam dois grupos de viagem e uns 4 nativos. Novamente dancei de mais, integrando todo mundo, de Estados Unidenses, passando por holandesas, espanhóis, argentina e principalmente as colombianas, em especial Lesley (baila muito).
  • Dia 03 
Hoje nosso o dia começou com café da manhã e Tirolesa. Muti bom, iniciamos a 300 metros de altura, e fomos passando por diferentes cabos com diferentes graus de dificuldade. No total foram, quase 3 km de Tirolesa, alucinante! Acabamos com uma passagem em uma ponte de arvorismo gigante. Veja as fotos desta aventura.
Depois disso, uma van nos levou até a hidrelétrica, lá almoçamos e seguimos nossa caminhada a caminho de Águas Calientes. 

No caminho as três horas de caminhada foram em sua maior parte sobre os trilhos do trem e acompanhada de chuva.
Outra coisa que torna mais emocionante são as pontes e as passagens de água sob os trilhos.
Chegar Águas Calientes e tomar um banho quente, depois de três dias andando, fazendo Downrill, Tirolesa, Rafting, passando por cabos em cima do rio, isso não tem preço. Talvez estejam se perguntando o que não tem preço, na realidade tudo isso. Adorei!
A noite fomos jantar, estávamos muito cansados, mas, mesmo assim pedimos um vinho para comemorar o natal. 
Agora é descansar porque amanhã levantaremos as 4 da manhã, para ir a Machupicchu.
Há um poste exclusivo para o dia que passei em Machu Picchu (clique aqui e acompanhe).
Dica: comprei o passeio com a agência Conde Travel, eles são muito organizados e progicionais. Indico para comprarem com eles. Falar com Willy Bustamante Huaman (podem procurá-lo no face). Ele está no hostel internacional.