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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Bolívia, Peru e Chile - Agradecimentos e volta para casa

Olá galera, 
Acordei cedo e fiquei pensando na vida e na viagem. Incrível como as aconteceram coisas tão rápidas e intensas. Isso talvez porque as relações com os lugares e as pessoas quando se viaja sozinho acabam sendo dinâmicas e necessárias.
Conheci pessoas de todos os continentes e muito diferentes. Mas, acho que todas estavam por debravar novos mundo, viajando, conhecendo e se relacionando.
Estás pessoas e muitas outras que encontrei, deram vida aos lugares por onde passei!
Percebi os anseios, as dificuldade que todos passamos no mundo, claro que podem ser diferentes para cada um. Mas, i que mais me chamou a atenção foi que todos estavam procurando VIVER, da melhor forma possível cada instante.
Obrigado a todos, por me ensinarem tantas coisas!
Para quem acha que a viagem acabou...
Ainda no hostel pela manhã encontrei três brasileiras que estão iniciando a viagem, ela irão fazer o mesmo trajeto que eu, então passei todas as dicas e o endereço do meu blog. Nossa conversa só não foi mais longa porque meu taxi chegou. 
Logo me despedi das brasileiras e das peruanas (Andrea e Violeta, a Lulu estava na internet) e parti, agora de uma vez para o BRASIL. Como amo esta pais, sempre que dizia "que soy de Brasil" era recebido de braços abertos. Uma vez um argentino me perguntou, porque parece que todo brasileiro é alegre e simpático, logo lhe repondi: moramos no melhor pais do mundo, com boa comida, belezas naturais inigualáveis e principalmente pessoas muito boas.
No aeroporto, uma loucura, passar pela imigração demorou muito, mas logo na sala de embarque uma surpresa gratificante. Uma orquestra da maior qualidade de jovens coreanos fazia uma apresentação compacta, mas brilhante.

Ah, ainda tenho que contar que a Kelly compro classe Executiva para mim... Rsrsrs. Era eu e um magnata coreano, lado a lada. 
O cara não falava nem inglês e nem espanhol, o que foi muito bom porque eu e a Carol (aeromoça paraguaia) ficamos tentando explicar as coisas a ele. O mais hilário foi a Carol encenando a diferença entre frango e carne de gado a ele, ela imitou um frango. Como estava na classe executiva pude conversar bastante com ela e a convidei para conhecer Cutitiba.
Agradecimento especial: uma pessoa não sabe, mas me acompanhou a viagem toda, é o aventureiro Thiago Fantinatti em seu livro Trilhando Sonhos: a América que existe abaixo do equador, de cima de uma bicicleta.




sábado, 28 de dezembro de 2013

Lago Titicaca - Ilhas flutuantes e Isla del Sol

Olá galera,
Neste post irei contar como foi minha saída de Cusco, minha passagem pelo Lago Titicaca, incluindo as ilhas flutuantes, a Isla del Sol e a entrada na Bolívia, quatro dias de muitas surpresas, acompanhe.
  • Dia 01
Passamos a noite viajando de Cusco para Puno. Já no caminho foi possível observar uma paisagem semelhante ás que havia visto na fronteira entre Peru e Bolívia. 
Chegando a Puno uma surpresa ruim, meu pé estava doendo muito, pois havia torcido no dia anterior e a Laura havia perdido o valcher do passeio. Mas, tudo se resolve, Laura ligou para o hostel e tudo ficou certo e meu pé fui a uma farmácia comprei pomada e faixa e fiquei a mancar. 
Depois dos problemas e um café chegamos ao Titicaca. lindo!
Tivemos uma rica experiência de conversar e de este com os moradores das ilhas flutuantes. Eles são muito receptivos e simpáticos.
Juan o presidente da ilha em que fomos recebidos nos explicou desde como a ilha é construída até como se organiza sua sociedade. Uma vez por mês se reúnem para decedir que precisa de mais ajuda.
Passeamos em uma de suas barcas. Por um trajeto de 20 minutos.
Em seguida foram 3 horas até a casa onde íamos almoçar e mais tarde jantar e dormir. Ao chegar a Ilha de Amantani fui retirar a faixa do meu pé e a surpresa foi grande ou melhor meu pé estava muito inchado e roxo. 

Mas, o casal que nos recebeu Damiana e Alejandro colocaram um medicamentei a base de açúcar e folhas medicinais.
Estava realmente muito feio. Dessa forma não pude ir até o alto da ilha. Fiquei descansando. Depois que os outros retornaram jantamos e Lesly foi muito atenciosa cuidando de mim.
Para mim esse dia foi mais curto, mas a experiência de ficar na casa dos moradores da olha compartilhando momentos singulares de conversas, refeições e cuidados com o meu pé foram muito enriquecestes culturalmente.
A casa deles foi construída pelo próprio Alejandro.
Muito bom passar este momento na casa deles e percebemos que os alegra receber companhia, pois vivem os dois sozinhos, agora que os filhos cresceram.
Ps: neste dia não tomamos banhos pois não havia como, nem banho fri tinha.
  • Dia 02
Acordamos as 6:30 para fazer nossa higiene, como diariam vai Brasil e na Colômbia: banho de gato. Rsrsrsrs. 
Em seguda fomos tomar café em sua cozinha com fogão a lenha. Para o café uma panqueca muito macia e saborosa, com certeza havia sido feira da hora.
Logo pel manhã um cafezinho excelente e a vista da casa de Damiana e Alejandro nos animou muito.
Precisava deste ânimo pois meu pé não estava muito melhor. Mas, não vim aqui ara choramingar, "bora" aproveitar o rio navegável mais alto do mundo, que fica a. 3.809 m de altitude. 
De barco seguimos para Isla de Taquile, uma ilha muito linda, na qual é possível observar a influência da cultura Inca na agricultura e na organização das casas.
Além disso, se pode ter uma vista magnífica da praça central. Antes mesmo disso, Bibiane teve uma ideia simples, mas muito importante para mim. Ela foi buscar um pedaço de madeira para improvisar uma bengala para mim. Sem a bengala não conseguiria vencer toda a caminhada deste dia. Gracias Bibiane!
Ali perto fomos almoçar, comemos a famosa Trucha do lago Titicaca. Em seguida andamos 40 minutos pela ilha até o barco. Por fim, foram 3 horas de barco até Puno, este trajeto foi marcado por uma boa soneca e para apreciar a vista do lago.
Ao chegar em Puno fomos ver as passagens, eu para Copacabana e eles para Arequipa. Compramos a passagem no terminal, além de mais barato é mais garantido. Em seguida fomos até a praça de armas.
Nos demos muito bem, nosso sétimo e último dia juntos foi marcado por recordações e um sentimento de amizade e saudade. Escolhemos um restaurante bacana para nosso jantar de despedida. 
Durante o jantar decoramos das aventuras, dos momentos engraçados e do quanto nós demos bem juntos. Sete dias juntos, quase o tempo todo e nenhum desentendimento, só alegrias. Vou sentir muito a falta de Laura, Bibiane, Carlos e especialmente de Lesly, descrobimos que temos muito em comum.
A noite os acompanhei até o terminal e voltei novamente sozinho ao hotel, como condução aproveitei para ter uma experiência da pegar um moto taxi, que é todo revestido e tem 3 lugares. No hotel tomei um super banho, escrevi um pouco, lembrei dos amigos que fiz e dos que sempre me acompanham na memória e fui descansar, pois no dia seguinte será preciso acordo cedo, para enfrentar novos desafios e encontrar novas maravilhas bolivianas.
Por hora um bom banho e arrumar as coisas para amanhã.
Dica: fiquei em um hotel que fica na rua Jr Tacna 277, paguei 20,00 soles por um quarto com duas camas (só estava eu), televisão, e banheiro compartilhado. A agência que fizemos o passeio à ilhas fica ao lado do hotel.

  • Dia 03
Mais um dia para acordar cedo e seguir em direção a fronteira com a Bolívia. Da ultima vez que passei atravessei a fronteira para este pais não deu muito certo pois tive que pagar peopina ao guarda da polícia federal.
No caminho para Copacabana o que me chamou atenção foi a mistura entre as construções de casas de barro com muro de pedras às casas de tijolo, com muros também de tijolo.
Antes de atravessar para a Bolívia tirei uma última foto no Peru.

Adorei todo país e tudo que vivi nele. A organização, as pessoas, os lugares e as emoções foram formidáveis.
Dessa vez, a travessia para a Bolívia foi muito tranquila. Carimbamos os passaportes do lado peruano e caminhamos até o lado boliviano, onde carimbaram muito tranquilamente nosso passaporte. 
Esperamos do outro lado o ônibus, enquanto isso, fiquei apreciando a vista do lago.
Chegando a Copacabana conheci três argentinas que carregam até uma panela para fazer comida. Comprei com elas um a passagem de barco para Islã del Sol, saiu a 25,00 bolivianos, para a parte norte. 
Aproveitei o tempo para sacar dinheiro e almoçar. Para o almoço pedi uma Trucha, agora sim veio um prato de respeito.
Está Trucha ganha de longe da que comi ontem. 
Como a emoção não para, eu estava com o horário do Peru e quando me falaram tive que correr muito para não perder o barco. Mas, imaginem eu, com o pé machucado e a 3.800 metros de altitude... Para ter uma ideia o barco teve que voltar de ré, pelo menos consegui pegá-lo.
O caminho até a Isla del Sol é simplesmente magnífico, não tirei muitas fotos, pois fiquei na parte de baixo do barco por chegar atrasado. Ao chegar a ilha encontrei os amigos que subiram a grande montanha Machupicchu comigo, eles só iriam ficar algumas horas na ilha. Já eu fui encontrar um hostel, fiquei com um por 30,00 soles. 
Em seguida fui caminhar.

Depois de uns 40 minutos de caminhada cheguei a um mirante em que estava só eu e uma canadense que logo se foi, fiquei a meditar e contemplar a paisagem magnigica de toda ilha.
A cada momento que ficava a contemplar aquele paraíso, uma nova paisagem se revelava. Impressionante foi perceber as montanhas com neve da cordilheira. 
Neste mirante conheci um casal de argentinos de Buenos Aires e duas argentinas de uma cidade ao norte da Argentina. Peguei alguns contatos são boa gente os argentinos. Eles falaram que meu espanhol está muito bom, bem depois do estágios de 7 dias com um espanhol e três colombianas tinha que estar melhor. 
O frio estava pegando no mirante, por isso, retornamos as habitações e ao chegar me deparo com a seguinte vista. 
A noite fui comer em uma restaurante na ilha e fiquei conversando com o dono, um boliviano que tem quatro filhos que moram em Americana no Brasil. Ele sente não ter ido conhecer o Brasil, pois precisa ajudar sua esposa a cuidar do restaurante e de suas hospedagens.
Nesse dia as 8:40 eu estava na cama e não tinha mais nada para fazer, pois havia deixado meu livro em Copacabana. Mesmo assim fiquei escutando música e pensando na VIDA.
Dica: Isla del Sol realmente não tem o que fazer a noite. Para quem vem com galera ou com a namorada é perfeito.

  • Dia 04

Dia descordar cedo, pois no dia anterior tinha ido dormir antes das 9:00 h da noite. Como desci até o porto muito cedo, peguei o primeiro barco. Isso parece bom, mas só havia eu, três casa e uma senhora com uma criança, todos bolivianos. Confesso que fiquei com um pouco de receio de ser o único turista. Além disso, estava chovendo muito no caminho, mas no final deu tudo certo.
Ao chegar em Copacabana fui tomar um café e conheci duas moças e um rapaz de Porto Alegre, estão começando sua viagem, então foi minha vez de dar dicas e indicar meu blog.
Neste momento ao falar com Lesly pelo whats recebi uma notícia muito ruim, Bibiana foi roubada em Arequipa e está sem documentos. Vou fazer um pensamento positivo para que os encontre, assim como minha carteira havia sido.
Em seguida comprei a passagem para La Paz, por 30,00 bolivianos, achei mais barato (25,00), mas como está empresa (Diana Turs) estava cuidando da minha mochila, acabei comprando com eles.
Logo que parou de chover subi ao mirante da cidade.


A vista é simplesmente linda e de lá é possível observar toda a Isla del Sol.

A subida até o mirante dura aproximadamente 35 minutos e é um com teste já que se chaga a mais de 4.000 m de altitude. Tive que tomar o maior cuidado tanto na subida quanto na descida, por causa do meu pé.
Logo que desci fui visitar a igreja e a capela.

Depois do passeio e de comer empanadas, segui de ônibus para La Paz. Quer dizer não era bem um ônibus, era estilo o micro-ônibus do Paraná Clube, para quem não conheceu imagine um micro sem condições de rodar. Mas, como sempre a paisagem das estradas faz faler a pena a aventura.
Não se assuste, mas para atravessar de San Pedro de Tiquina para San Pablo de Tiquina é preciso descer do bus, pagar uma taxa de 2,00 bolivianos e atravessar em uma lanchinha. O bus estará te esperando do outro lado.
Ainda na estrada pegamos um mega engarrafamento em uma cidadezinha e o motorista pegou um atalho, pelo qual passamos por lugares inusitados.
Quando percebi, vi que estávamos na periferia de La Paz, olhando pela janela do ônibus, parei para tentar imaginar a vida daquelas pessoas, lembrando que a vida não para!
Por todos os lugares por onde já andei, com certeza, não vi nenhuma cidade como Lá Paz.
Chegando ao hostel Loki onde queria ficar pela indicação do Lucas (brasileiro que mora na Inglaterra e acompanhou a história da propina), não havia vaga. Segui para o Hostel Wild Rose, indicação do sulafricano e da moça da nova zelandia e consegui vaga só para 1 dia. Acabei sacando este dia, estava cansado, tomei um banho e sai a procura de passeios e hospedagem para dias 31 e 1. Para dia 31 farei o Downrill na estrada da morte e para dia 01 passeio na montanha.
Tomara que meu pé aguente.Dica: em Copacabana não é preciso usar taxa em momento algum, aproveite para caminhar.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Cidade perdida de Machu Pichu

Fala galera, 
Só tenho uma coisa a dizer, dia de Machu Pichu.
Há um post exclusivo que conta a aventura de três dias até chegar em Águas Calientes (clique aqui para acompanhar).
Já neste post contarei todos os detalhes de um local que possui uma energia muito especial.
Acordamos as 4:00 h da manhã, depois de comemorar o natal com uma ceia de natal que começou a meia noite. Estávamos eu, Jhimmy, Lesley, Laura, Bibiane e Carlos. A noite foi fera como sempre, nosso grupo é o mais animado de todos.
A caminhada de Águas Calientes até Machu Pichu, foi bem pesada. Todos estávamos felizes e empolgados de chegar na cidade perdida, mas com certeza a Laura era a mais empolgada.
Ver os turistas subindo de ônibus, me fez entender exatamente o que significa esta palavra. A foto eu está a seguir pode mostrar nosso grupo caminhando e outro grupo de ônibus. 
Chegar em Machu Pichu depois de três dias caminhando e depois de 2 horas de caminhada foi simplesmente magnífico. 
Conquistamos realmente a montanha!
Depois que Jhimmy nos explicou tudo sobre Machu Pichu, ele se foi e logo em seguida nós despedimos dos australianos. Toda despedida é difícil. 
Logo em seguida foi a minha vez de me despedir de Lesley, Laura e Bibiane. Isso porque eu iria subir a grande montanha Machupichu.
Normalmente as pessoas sobem Yuanapichu, bem menor e mais turística. A grande montanha Machupichu fica a 1,5 horas de caminhada pesada morro a cima e apenas eu do nosso grupo iria subir.
Lá de cima a cidade de Machu Pichu fica pequena, depois poderão ver as fotos da minha máquina, mas só tenho uma coisa a dizer: magnífico.
Subi até lá em 58 minutos, acabei sendo mais rápido porque estava sozinho e com muita vontade de chegar lá! Lá encontrei um pessoas que já havia encontrado várias vezes nas caminhadas e aventuras de quatro dias.
Depois de uma descida escorregadia devido a chuva tirei ainda muitas fotos.
Que energia boa!
Ainda foi passear pela cidade e caminhei até o templo do sol. 
Ida e volta foram quase mais uma hora. E ao final do dia 4:40 da tarde me despaco de Machu Pichu, o que não foi fácil. Por isso, tirei mais algumas fotos para me recordar.
Depois de 12 horas de caminhada, de estar com a perna tremendo e de estar com o joelho doendo, podia pegar um ônibus por Para voltar podia pegar um ônibus por 10,00 dólares, mas a aventura não seria completa se não pegasse novamente a trilha a pé. Ainda bem que eu estava sozinho e especialmente o Algalfa não está aqui, porque chovia de mais e a trilha virou uma cachoeira e ele diria que seria perigoso.
Antes de pegar o trem, parei para comer uma empanada e uma carne. Detalhe, a carne que eu pedi veio dentro de um super sabduiche e ao pedir uma  pimenta, moça mandou pimenta do reino, é a segunda vez que isso acontece.
Para encerrar a viagem peguei o trem das 9:30 da noite, o qual levou 2 horas até otaitmbo. E por fim, mais uma hora até Cusco.
Dica: se tiver bom preparo vá até a grande montanha Machupicchu, caso contrário compre o passe para Yuanapicchu. Os dois precisam ser indicados no momento da compra.