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Um roteiro clássico, mas cheio de aventura!

João Pessoa - PB

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Machu Picchu - Peru

Cidade perdida!

Vale Nevado - Chile

Roteiro perfeito para Snowboard.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Arequipa - Uma linda cidade no Peru

Olá Galera,
Vou iniciar este post contando o primeiro dia de deslocamento e depois minha chegada a Arequipa, que como vocês vão perceber é uma linda cidade que sempre dá vontade de ficar mais um pouco.

  • Dia 01 - De San Pedro do Atacama até Arequipa

Para quem quiser começar esta história em San Pedro do Atacama, há um poste específico da cidade. neste momento começo no momentos que estava chegando em Arica/CH de ônibus. Como cheguei bem cedo, aproveitei para ir ao banheiro e tomar um café na rodoviária.
Em seguida, peguei um tickt para o taxi por 250 pessoa chilenos (+ ou - R$ 1,00). Mas, fique atento o valor do taxi é 4.000 pesos chilenos.
Foi bom ver o mar do pacífico novamente. O mar sempre traz uma energia muito boa. 
Fico sempre cabreiro com taxi e fronteira, mas, foi muito tranquilo e  ao chegar em Tacna fiquei não mais que 10 minutos um cara me conseguiu um ônibus para as oito da manhã. Ainda bem que já tinha tomado café. Ainda tive a experiência de um cara comendo Minho cozido com queijo ao meu lado e dias poutronas a frente tinha um cachorro. E seguimos pelo deserto peruano. 
Até aqui tudo certo!
Apesar dos perigos da estrada, com penhascos de um lado e despenhadeiros que revezam a paisagem de grandes campos do deserto. 
Não sei se conseguem perceber, mas aquela linha é a estrada. Impressionante.
Já são 11:15 da manhã e depois de mais de 3 horas de ônibus, com uma mãe e duas crianças dividindo parte do meu banco, passo a refletir muito sobre a vida.
O mundo vai girando cada vez mais veloz. A gente espera do mundo e o mundo espera de nós. Um pouco mais de paciência! 
Será que é tempo que lhe falta para perceber? Será que temos este tempo para perder? E quem quer saber? A vida é tão rara, tão rara!
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma. Eu sei, a vida não para, a vida não para!
Paciência. (Quem souber o autor da música me avise).
Em seguida entrou uma mulher vendendo frango com milho e coca-cola no ônibus. Claro que a coca-cola caiu e o menininho tentou abrir e a coca explodiu... Rsrsrs. Seguimos com coca por todo lado.
Avaliação do trajeto: cheguei em Areuipa por volta das 13:30, no total desde a saída de San Pedro foram 17 h. Apesar de longo o trajeto e mesmo analisando a dicas anteriores de pegar um vôo, minha análise é positiva. Pois, passei por paisagens no Peru que nunca havia imaginado.

  • Dia 02

Chegando a cidade pude verificar que é bem organizada e muito bela. Na minha chegada encontrei dois Franceses que havia encontrado três vezes. Convidei-os para dividir o taxi e isso foi muito bom, pois já conheciam a cidade. Nós hospedamos em um hostel excelente, adorei porque tinha até toalha e desde que deixei a minha na casa da Rosa estou usando uma grande de rosto que comprei em Uyuni.
Tomei um banho e sai pela cidade, mas, precisava de dinheiro, então fui até a Praça de Las Armas, onde havia um ATM (caixa automático).

 Estava com fome, mas mesmo assim, já que estava no caminho de onde pretendia comer, passei no mosterio Santa Catalina, o lugar é gigante. Tive que pagar 35 sl, quase 30 reais.

 Como o Mirador de Yanahuara e a igreja de Yanahuara estavam perto de onde ia comer aproveitei para passar lá.

 Quase morto de fome e mais de seis horas facetardes parei em um restaurante e pedi um prato típico gigante de carne de porco com salada e o pior que taça com tanta fome que comi tudo. Para beber pedi uma bebida típica, quando me lembrar o nome coloco.
A noite ainda fui a um barzinho para tomar um Pisco.
  • Dia 03

Olá Galera,
Acordei as 7:30, porque havia comprado um passeio de Rafting. Já na ida fui observando a cidade e o relevo ao redor dela. As característica das plantações e construções incas já começam a aparecer. Além de poder ter uma vista incrível.
O rafting pelo rio Chilli foi alucinante. As corredeiras são perfeitas e o instrutor que pegamos era muito profissional.
 Postarei as fotos no face. No passei encontrei alemães, um dinamarquês (que estava em Cuzco, cuidando de macacos), dois holandeses que pareciam namorados e duas suíças (extremamente simpáticas). 
Almocei na frente da praça das armas ao som de dois cantores peruanos. Claro que fui tirar uma foto com eles.
 Olha que comi um rocotto. Pimenta super forte que meu amigo Alfalfa não aguentou.
Em seguida fui ver a múmia de Juanita, uma múmia inca. Impressionante e história. Se for visitar a múmia saída que ela fica neste museu de março a dezembro. Procurem na internet sua história, vale a pena. Depois, fui ao Claustros de la Campañia. 
Depois fui a uma freirinha, mas, não se empolguem porque prometi a mim mesmo que no ia comprar nada, pois, não tenho como carregar. No caminho encontrei o casal de holandeses e lhes dei umas dicas sobre os caminhos da cidade. Além disso, ao parar para descansar e tomar uma arequipeña encontrei Jean Tulipe, o francês que estava dividindo quarto comigo. Jean estava passando o semestre em em Lima para estudar e vai morar a partir de janeiro no Vietnã. Estranho para nós. Não acham?
Mudança de planos: quando estava tudo certo para partir para Cuzco, encontrei duas colombianas, um peruano e uma sueca que me convidaram para uma saída a noite. Arequipa estava pedindo mais um dia. Então, troquei minha passagem, sem custo, mas para isso tive que ir chorar na rodoviária. Sempre negocio da mesma forma, "soy de Brasil, Brasil és mui pobre, no temos lá plata".
A noite tive uma experiência gastronômica singilular, comi dois cachorros quentes completos, por 2,00 soles cada, equivalente a 1,70 e não passei mal até agora.

  • Dia 04
Fala galera,
Foi uma boa ter alterado minha passagem para esta noite. Ontem saí em uma balada multi cultural. Lá encontrei o dinamarquês do rafting, as francesas e os franceses que estão no hostel, além de fazer amigos peruanos, holandeses e especialmente uma moça super simpática da Guatemala. Dancei até me acabar, muito bom! Estava havendo uma despedida de solteiro e eu auxiliei na festa dançando com todas as peruanas amigas da noiva.
 Acho que acabei conhecendo todo mundo lá.
Para compensar meu café da manhã foi com vista para a montanha.
 Isso porque o hostel El Caminante Class II tem um mirante e o café da manhã é lá. Já havia ficado ontem no mesmo hostel, mas na sede I. Vale muito a pena ficar no I, para completar peça para tomar café no mirante.
Ainda pela manhã fui comprar um chinelo, pois na hora de ir trocar a passagem perdi um pé da minha havaianas. Comprei um chinelo por 3 soles, o equivalente a R$ 2,50. Isso mesmo, até as moças do hostel tiraram sarro dizendo "tomara que dure até o fim da viagem".
Depois, sai para tirar dinheiro e comer. Resolvi caminhar até um restaurante que a moça do hostel tinha me indicado no primeiro dia e que fecha cedo, por volta das 5 h da tarde. O nome é La Palomino, fica na calle Misti, perto do mirador. 
Pedi um chupe de camarão (também indicação do pessoal do hostel. 
 Se você tiver estômago frágil, definitivamente não peça, pois, é um caldo de peixe, com camarões que tem garras (mutantes) e tudo mais que for possível, batata, cenoura, arroz, ovo, grão de feijão, cheiro verde, algo que e que parece abóbora, forq o que não consegui identificar. Fora uma sopa vietnamita que como nos em Estados Unidos é a coisa mais estranha que já comi. É como a feijoada deles.
Para quem gosta de refrigerante, provepe ainda uma Inca Kola.
Para arrematar a refeição, parei para tomar um café expresso e comer um alfajor de alucina (fruta peruana). 
Neste momento toca mais um temo para reflexões e para pensar que estão todos se preparando para o natal. Vou sentir falta principalmente da família nesta época. Uma foto enviada pela Meiri, do Gabriel e do Bruno para matar a saudade.
 Faltou da Manu, Karina me manda....
Antes de pegar o ônibus fiz um lanche na rodoviária, não aconselho. Coma antes no centro.

Dica: para quem tem muita cara de turista não aconselho sair muito longe do centro. Ao chegar a cidade agende rafting e downrill, acabei não conseguindo vaga para o downrill, pois não havia grupo para hoje.
Taxi: os taxis da cidade são bem pequenos, paragem o antigo Gurgel, muito engraçados.
Sabe aquela dica básica de viagem, quando tiver oportunidade vá ao banheiro. Aqui vá com certeza e carregue água, mas não tome de mais. Você nunca terá certeza se o ônibus tem banheiro e principalmente se ele está funcionando.
No caso deste ônibus  tem de tudo, sério, serviço de bordo, banheiro, cobertor, travesseiro e ainda tive a oportunidade de assistir um filme em espanhol.
Estrada: muito rperigosa!!!
Dica: se for pedir uma cerveja lembre de pedir gelada, pois eles acabam tomando cerveja em etemperatura ambiente.
Pessoal, a passagem de ônibus comprei com a empresa Cruz del Sur, ela é muito boa, comprei direto no hostel. O valor foi 100 sl.
Dica: Arequipa é uma cidade muito linda e organizada. Adorei minha primeira parada no Peru. Se puder passa por aqui e fique pelo menos 3 dias.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Deserto do Atacama - Chile

Olá Galera,
A minha chegada em San Pedro do Atacama foi tranquila, passar pela alfândega foi super tranquilo. Lembro que eu vim da Bolívia após fazer um super passeio pelo Salar do Uyuni, história também contada no blog. Ao chegar a Camili e a Tatiana disseram conhecer um hostel, caminhamos quase 30 minutos sob um sol de castigar em pleno meio dia. Adivinha?! Chegando lá era super caro. Voltamos mais 30 minutos no sol e chagamos novamente ao centro, onde conseguimos um hostel por 5.000 pesos chilenos. O hostel não é nada bom, mas por esse preço. Lá logo acessei a net e vi que tinha passado. Algumas pessoas tinham me deixado os parabéns como a Carol, a Deborah, a Gê . Logo após todos os amigos cutiram e comentaram, realmente, MUITO OBRIGADO!
Não sei se haveria lugar melhor para saber disso. Na verdade, sim! O BRASIL. Sempre digo, por onde passo, que não há lugar melhor para se viver.
Depois do resultado passeamos e fomos almoçar. Eu estava com muita fome. Depois do almoço vi que a garganta não estava boa. Então, fui descansar, dormi por mais ou menos 2 horas. Depois fomos jantar e por fim tivemos a melhor noite deste grupo de 3 canadenses, uma suíça e um brasileiro, em um pub chileno. Tomei algumas cervejas chilenas e as meninas ficaram entre faniquito, cerveja chilena, cerveja mexicana e caipirinha. Foi muito bom. Agradeço especialmente a Ariane por ter movimentado as meninas para a saída. Beijos a todas e obrigado por este 3 dias e três noites. Colocarei a foto da comemoração depois pois foi tirada na máquina. Mas, a maior comemoração será aí, aguardem.
Sigo radiante com a noite de lua cheia!
Os chilenos loucos do hostel estavam bebendo e escutando reggae. Mas, prefiro dormir com a lembrança da nossa comemoração. 
Amanhã eu e a Ariane ficaremos descansando enquanto as meninas vai fazer sunboard. Logo elas estarão indo para suas casas e nos ainda não.
  • Dia 02 
Hoje o dia começou super tranquilo, eu e a Ariane fomos passear no centro e acertar nossos passeios da tarde. Conversamos muito e me diverti de mais com ela, estamos nos dando super bem, uma pena eu amanhã elas (ela e a Lili) vão para um lado e eu para outro, mas está é a vida do viajante... Rsrsrs.
Depois do almoço, fomos levar a Tatiana e a Camili na rodoviária, toda partida é sempre difícil.
Da esquerda para direita Camili, Tatiana, Lily e Ariane.
Depois fomos para o tur de Bike, depois de ler o livro do Thiago, podia perceber o que era pedalar contra o vento. 'Mas, judiou muito, porque pedalamos 15 km contra um vento castigante e sob um sol de rachar. Mesmo assim, pense minha felicidade.
Bike no deserto do Atacama para ver o Valle de la Luna: simplesmente maravilhoso. Este passeio de Bike foi uma das coisas mais feras que fiz até aqui. Além disso, a companhia da Lily e da Ariane foi magnifica, elas além de gente boa toparam um caminhada de quase duas horas em meio a cavernas e escalada de rochas, que resultou em paisagens com estas. 

Nós andamos tanto nas tirinhas no meio do deserto de montanhas que tivemos que pegar a estrada a pé até as bikes. A volta foi bem mais tranquila pedalar a favor do vento é muito mais fácil. Ao chegar no hostel, tomamos um banho renovador e fomos devolver as Bikes e jantar. 
Nosso ultimo programa da noite era uma observação telescópica das estrelas, mas não foi possível por causa das nuvens. Assim, compramos um vizinho chileno por 1.500 pessoa chilenos (equivalente a R$ 7,00) e fomos para o hostel conversar e saborear o vinho. Muito boa companhia e vinho a pesar do preço.
Terminei a minha última noite aqui em San Pedro já com saudades de cidade que já me parece toda conhece ida e das meninas. Pelo menos a uma possibilidade de eu encontrar a Ariane quando ela estará no Brasil entre fevereiro e março.
  • Dia 03
Hoje o dia começou tranquilo novamente, a opção de comprar ovo, pão e bolo na venda ao lado do Hostel foi boa e barata. Devo investir mais nessa opção quando a grana estiver curta ou em mochilão pela Europa onde as coisas são mais caras para os brasileiros.
Aproveitei ainda a manhã para lavar toda minha roupa suja. Usei um pouco do sabão em pó do hostel e vai secar rápido devido ao calor e tempo seco. Toda vez eu vejo a roupa que eu trouxe lembro da dica da Glaucia e vejo que troce coisa de mais. Na próxima viagem não levarei quase nada.
Quase meio dia saímos para tomar um sorvete artesanal.
Muito bom. Neste dia a indicação do Paris (amigo chileno que faz parte do Couchsurfing) era pegar uma Bike e ir até a lagoa Cejar, mas as meninas não queriam mais Bike e eu acabei preferindo ficar com elas. Será nossas últimas horas juntos, sentirei saudades.
Já a tarde fomos almoçar e aproveitei para provar uma Kross.
Uma Pale Ale, por sinal mais encorpada que as que tomei na comemoração do doutorado.
Ao retornar ao hostel engrassado como as pessoas começaram a mudar. Já estou aqui a quase 3 dias. Já está na hora de ir. 
A tarde passou muito rápido. Encontrei o Sergio e o Serginho, dois paulistas, pai e filho que estão em uma aventura quase igual a minha. Já havia encontrado o Sérgio nas águas termais durante o terceiro dia no Uyuni. Provavelmente vamos nos ver em Arequipa. O legal de encontrar brasileiro é que sempre parece que encontramos um amigo.
Depois eu, Lili e Ariane fomos comer uma super empanada em nosso restaurante preferido de San Pedro, desculpe, mas, não marquei o nome. Acabei até esquecendo o celular carregando e o garçom correu me entregar.
No fim do dia passei pelo momento mais triste até agora, a despedida da Ariane e da Lily, elas foram muito parceiras e companheiras, nós demos super bem especiamente eu e a Ariane, ela é super divertida. 
O que me deixou mais tranquilo foi quando a Ariane disse, "nós vemos no Brasil" ela estará lá entre fevereiro e março e passará seu aniversário em março no Brasil. Espero poder recepcioná-la da melhor forma possível.
Thank you Lily and Ariane!
Logo que a viagem de ônibus começou foi ler o livro do Thiago e a cada página que leio me sinto mais forte e determinado, minha experiência aliada a leitura da dele (que muito mais difícil) me mostra o que realmente importa na vida, nossas experiências com o mundo e com os outros.
Mesmo no escuro, escutar uma música e ver o deserto do Atacama foi sensacional.
Logo estávamos em Calama, já imagine que San Pedro parece um vilarejo quando compArada com Calama.
Dica: sempre peça desconto, o pessoal da empresa (Walfrido, Diogo, Kelly, Rudinei, Schena e Ricardo) sabem como sou econômico. E acabei ganhando bons descontos em tudo.
Dinheiro: 10.000 pesos chilenos (também chamado de 10 luca) é como 20,00 dólares.
Transporte: os ônibus no Chile são excelentes. E estão sempre no horário, diferente da Bolívia. Eu peguei um inibida da empresa Tur-Bus e não precisei trocar de ônibus em Calama. O Sérgio e o Serginho precisaram. Pegue os acentos panorâmicos, os primeiros do andar de cima.
Dicas: se for ver o passeio das estrelas, pegue o passeio do museu lunar que tem exposição de meteoritos e que fica a 3 minutos do centro. As bikes da empresa que fica bem na praça são muito boas e saem pelo mesmo preço das outras.
Temperatura: em San Pedro do Atacama é verão e esta calor, adorei colocar um chinelo e um shorts.
Dica: eu já havia trocado no Brasil mais ou menos 80.000 pesos chilenos. Está grana acho que dará.
Hospedagem: O hostel é o Tatai's, não é grande coisa, mas é barato e não nos sumiu nada, indico. A galera fica tomando cerveja e conversando a noite toda, mas mesmo assim dormi tranquilo.

O melhor da Bolívia - Salar do Uyuni, Lagunas e Geyser

Olá galera,
Iniciamos o passeio no ermitério de trem.
Depois seguindo para o Salar passamos por toda cidade de Uyuni, realmente deve ser complicado viver com a poeira e as condições difíceis. A cada dia admiro mais este povo.
Meu Deus, o Salar do Uyuni:
Maravilhoso:
Nosso almoço foi no local onde foi construído o primeiro deserto de sal. Mas, a comida foivtrasida pelo Juan (motorista e guia). Tinha quinoa, salada de batata com cenoura e ervilha e carne. De sobremesa banana. Além da Tatiana e da Camili esta conosco a Ariane e a Lili, duas canadenses.
Depois paramos na Isla Incahuasi, uma ilha no meio do deserto de sal.
Fizemos uma caminhada morro a cima, um pouco pesada, principlmente porque eu ainda não havia feito um exercício tão intenso a 3600 m de altitude.
Mas, valeu muito a pena.
Descansando e depois meditando por 5 minutos.
A parti deste ponto andamos mais alguns kilometris no deserto de sal, paramos para mais algumas fotos... Com os dinossauros. Surpresa postarei só na volta.
Por fim, pegamos um caminho trach de aproximadamente 2 horas, até o hotel de sal que é ótimo. Banho quente, paredes de sal e o chão, adivinha? De sal.
Veja a foto que tirei no dia seguinte do hotel e do Juan em cima do nosso carro. Por coincidência o nome do local é San Juan.
O jantar foi ótimo, sopa de verdura de entrada entrando com batata frita como prato principal e para surpresa de todos um vinho boliviano.
O vinho foi muito bom para embalar a conversa, falamos sobre esportes, costumes, lugares, foi muito bacana.
As acomodações deste hotel são duplas ouvtriplas. Então dividi o quarto com a Camili e a Tatiana, bem tranquilo.
  • Dia 02 
Fala galera,
Acordamos às 6:30 h, nada demais pois fomos dormir por volta das 10 h. O dia estava maravilhoso.
Pena que não é possível mostrar em uma única foto toda a beleza da estrada.
Ao som de Bonanza (música boliviana) seguimos, eu, radiante é claro!
Quando o Juan disse que visitaríamos o Vulcão Ollawe que está ativo, tive que tirar uma foto dele para terem uma noção de onde subiríamos.
Nesta foto estamos em um mirante já a 4200 m de altitude.
Depois do mirante Juan disse que acabou o caminho bom. Porque a estrada que pegamos era praticamente pedra sobre pedra, morro a cima. Mas, a cada nova curva uma paisagem surpreendente.
Imagina quando vimos a Laguna Canhapa. 
Importante: todas as fotos que estão no blog até agora são do celular. A dica de usar o celular foi do Pity (amigo fotógrafo), dica excelente por sinal. Consigo ir postando em tempo real, além da qualidade ser ótima. Estou usando um IPhone 5C, estou adotando. Agradeço ainda a Lia e os outros que me ajudaram com suas dicas para que eu comprasse esse celular. Imaginem só as fotos da minha máquina... Mas esta verão só depois que eu voltar. Mesmo assim, contemplem...

Olha a alegria do gafanhoto!
Aqui estávamos a 4300 m de altitude, fiquem atentos que no inverno neva nas montanhas e não fazem este caminho.
A próxima parada foi na Laguna Edionda, a vista igualmente maravilhosa. 
Nosso almoço foi com vista para laguna e fiquei uma pinha porque eles tinham internet, mas era muito caro. Quero muito saber o resultado do doutorado, a essa hora todos sabem menos eu.
Não se é muito pra vocês, mas segue uma foto da Laguna Onda.
Pessoal, não sei bem como estão ficando as postagem pois são via celular, qualquer coisa usando voltar arrumo.
Bom... Tsrsrs.
Teve um pequeno imprevisto no imprevisto no caminho. O pneu furou no meio do deserto de pedras.
O Juan tinha tudo para trocar, mas não foi fácil.
Dei uma ajuda para tirar o step, para que já trocou o pneu de caminhonete sabe que não é fácil. Mas, logo tudo estava resolvido e seguimos para a montanha de cores.
Depois de rodar mais uma hora no Deserto de Siloli, lá visitamos formações rochosas singulares, entre elas a árvore de pedra.
Aproveitei ainda para escalar algumas rochas. Muito emocionante!
Em seguida pagamos os 150 bls pra entrar na Rserva Andina Eduardo Avaroa. 
Ao conversar com o guarda da reserva vi o quanto os bolivianos foram invadidos por todos os lados. O que mais lhes chatea é ter perdido para o Chile a saída para o mar, mas aí se inclui as terras que perderam para a Argentina e a grande faixa que perderam para o Brasil.
Nossa última parada do dia foi na Laguna Colorada, depois de vê-la tive que concordar com Juan de que é a mais bonita de todas. Vocês poderão votar, comente qual acha a mais bela. Mas antes umas imagem dela.
Olha que ela foi prejudicada porque estava um pouco nublado.
Chegamos ao hotel muito cedo por volta das 4 da tarde. Além disso, não estávamos cansados, então fomos caminhar por uma hora. Foi bom sentir o vento frio e pensar na vida.
O hotel não é tão bom quanto o anterior, mas está muito ok. Para esperar o jantar jogamos dois jogos de adivinhar personalidades famosas. Foi muito divertido. Estes dois dias tem sido muito bom para colocar meu inglês em prática.
  • Dia 3
Hoje acordamos as 4 da manhã. Devido a altitude parece que estou fazendo tudo mais lento, inclusive digitar. As meninas estão noesmo ritmo. Estamos saindo cedo para poder ver os Geyser.
Amanhecer o dia na estrada me fez lembrar um pouco as viagens de todo minha vida, desde as primeiras com o Judô ou as idas para praia com a famia, passando por viagens de trabalho, até chegar aqui. Por isso, só tenho que agradecer a vida que tenho e as oportunidades.
Num primeiro momento há um receito de tocar a mão, mas, logo que uma pessoa o faz, todos o seguem. E adivinha quem foi o primeiro?
Um fenômeno muito singular que atrai a atenção de todos.
As surpresas destes três dias a cda momento surprendem.
Nossa próxima parada foi nas águas termais, preferindo entrar, estava muito frio e preferi não arriscar que a garganta voltasse a piorar.
Mais 15 minutos e já estávamos no Deserto Salvador Dali.
Na sequência seguimos para as lagunas verde e branca.
Talvez com as fotos do celular não de para ver tão bem as corres.
Com isso termina nosso passeio. Seguimos para fronteira. Lá esperamos quase uma hora, entretanto o passaporte foi carimbado tranquilamente. Ao entrar em território chileno, antes mesmo de atravessar a fronteira do lado chileno pegamos uma estrada de asfalto, fazia tempo que não via uma, pelo menos a 3 dias. Foi descida total. 
Saúde: tenho tomado dipirona para enfrentar o mal da altitude quando minha cabeça começa a doer.
Dica: protetor solar e óculos escuro são indispensáveis.
Energia: eles tem captados de energia solar.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Destino: Bolívia - Conheça o trajeto Brasil, Santa Cruz de La Sierra, Sucre e Potosi

Olá Galera,
Neste Post vou contar o início de uma aventura pela América do Sul (Bolívia, Chile e Peru), mais especificamente minha passagem por Santa Cruz de La Sierra, Sucre e Potosi, ambos na Bolívia.
Já no trajeto São Paulo - Buenos Aires conheci um canadense (Tim) que está visitando a América do Sul (Peru, Paraguai, Chile e Argentina) ele adorou a floresta no Peru, conversei com ele e peguei algumas dicas, isso é algo que costumo fazer e realmente faz a diferença para quem quer ser um viajante. 
Ao chegar no aeroporto em Buenos Aires o que chamou a atenção foi a estrutura do aeroporto Ezeiza, show. Lá aproveitei ainda para comer um alfajor de doce de leite e tomar um cafezinho. 
No trajeto até Assunciòn/ PA, uma família de Alagoas que está indo para formatura do filho e uma boliviana de Sucre estão sendo excelente companhia, depois sigo para Santa Cruz/BO.
O primeiro dia efetivamente na Bolívia começou comigo chegando bem cedo no aeroporto de Santa Cruz de La Sierra e encontrando com Lucas (um brasileiro que morra na Inglaterra e está afim de começar suas aventuras de viagem), ele me deu mais umas dicas para o roteiro.
O Lucas acompanhou o episódio da propina para o agente da receita federal, acompanhem:
- desembarcamos juntos, mas como estávamos no fundo do avião fomos os últimos da fila na imigração;
- o policial federal questionou sobre quantos dias ficaríamos na Bolívia, porquê viemos, onde ficaríamos e como voltaríamos;
- respondemos tudo certo: ficaríamos uns 10 dias, voltaríamos de trem e que viemos a turismo. Entretanto, eu não tinha reserva do hostel que eu disse que ficaria. Atenção, melhor não falar que vai ficar na casa de alguém, como eu que ficaria na casa da Rosa Maria...
- nesse caso, ele disse que me acompanharia. Ele me deixou passar, carimbaram meu passaporte e revistaram minha bagagem.
- parecia tudo certo!? Mas, antes de sair a surpresa.... O agente da PF me chamou em uma sala e disse que, para minha segurança eu teria que pagar uma contribuição, caso contrário não poderia entrar, disse que estava sem dinheiro e que poderia contribuir com 5 dólares, ele disse que era pouco e acabei morrendo com 10 dólares (mierda), que impressão de chegada heim...
Mas, dai em diante tudo excelente, a família que estava comigo em Assunção e que eu ajudei a preencher os guia de entrada, me apresentou o filho que está se formando e ele ligou para minha host e aceitou o táxi. O taxista tinha sido vizinho da Rosa, ele ficou emocionado de voltar ao bairro e conversou brevemente com Rosa. Ele combinou de me buscar no dia seguinte, indico o telefone dele: 726-74536. Veja o próximo post o que fala dele.
Ao chegar na casa da rosa ela e o Junior (outro gest da Rosa) me receberam, conversamos um pouco e ela foi trabalhar.
Eu e o Junior fizemos uma longa caminhada pela cidade, o trânsito é um caos. 
Conversamos muito especialmente pela experiência desse Baiano que está viajando pela América do Sul.
Ao voltar para casa da Rosa encontramos o Jérémie Small, um francês que está estudando música e ficará um ano pela América do Sul.
Bacana, porque o Junior Rocha Sousa já está a 11 meses e pretende ficas só mais 11... Ele nos deu super dicas.... Mas isso durante minha primeira cerveja boliviana.
Depois disso, fomos ao mercado para comer algo, eu e Junior já havíamos comido um prato completo de pajarito (arroz com frango) e na volta comemos frango frito e uma mandioca (iuca) cozida.... Muito bom, mas até o Rodrigo Tonietto ficaria com nojinho...
Lembro ainda da Rosa, que fica para história como minha primeira gest, junto com dois viajantes com origens diferentes e destinos semelhantes... VIAJAR pela América do Sul.

  • Segundo dia

No segundo dia logo pela manhã eu, Jeremi e Junior saímos para comer empanadas que são parecidas com pastel e tomar um Up (bebida de milho vermelho e amarelo, canela e limão). Neste momento conversamos a respeito do trânsito,que realmente é doido, dizem que La Paz é pior, verei na sequência.
Ao retornar para a casa da Rosa, conversei bastante com Junior, um sujeito muito bacana que não sabe onde viverá quando voltar em setembro de 2014 para o Brasil. Só tenho uma certeza, depois do que ele viveu, nada será muito para ele.
Eu havia combinado com o taxista que me trouxe a casa de Rosa, mas adivinha... Ele não veio e aí eu e um menininho da lan house ficamos caçando um táxi na rua e conseguimos este:

Sem cinto, fumando, sem embreagem e com um carro que estava sem condições de rodar, cheguei ao aeroporto.... Mas, apesar do atraso, cheguei no horário de pegar o voo da Amazonas, por U$ 50,00 para Sucre.
Quase no horário do voo descubro q meu telefone está adiantado em 1h, isso quer dizer q o motorista não estava atrasado.... Putz!

  • Terceiro Dia

Sucre é uma cidade bem bacana, como diz minha amiga Tati. As pessoas usam roupas características da Bolívia, acredito que este momento é chave, pois estou sozinho e pedindo indicações para os Bolivianos, claro que as dicas de pessoas como a Glaucia, Paris, Cecília, Emi e principalmente do Junior (estava comigo em Santa Cruz) já estão ajudando muito.
No almoço comi um pão com chorizo e salada, no mercado central.
No guia que trouxe falaram para não comer lá pelas condições duvidosas de higiene, mas depois de ter comido no mercado em Santa Cuz acho que estou imune... Rsrsrsrs
Ainda no mercado central tomei um suco de frutilla com leite - sabe o que é?
Tirei muitas fotos na máquina, mas por hora posto uma do mercado que tirei no celular.


  • Quatro dia

Acordei bem cedo pois quero tentar fazer dois deslocamentos em um dia. Ontem quando estava lendo os guias e ao conversar com o pessoal do hostel decidi pegar um taxi para Potosi, eles cobram 40 bls, mas negocie porque para os nativos é 30. O ônibus sairia 20 bls. Mas, ao chegar em Potosi teria que pregar um taxi até o terminal para Uyuni. Além disso este taxi é mais rápido. Por isso, vamos lá. Tomei um café no hostel e parti.
No taxi foram 4 pessoas, eu, duas bolivianas de Santa Cruz e uma senhorinha (eu não entendia nada que ela falava, mas acho que os outros tbem não, tsrsrs).
No caminho a formação rochosa, com um solo arenoso chama atenção. Os geógrafos poderiam explicar melhor isso. Que tal Marcos Torres, Diogo, Felipe, Fernando, Márcio e Wilson...
A população da região deve viver só do minério porque parece que "em se plantando nada dá", mesmo assim trabalham duro arrando a terra.
Chegando a Potosi o motorista me deixou no terminal para Uyuni, comprei uma passagem do expresso imperador e segui direto a viagem. Imagem do terminal:
Antes comi um bolinho frito rechedo com ovo cozido. Se agora não passar mal não passo mais. Tsrsrs.
Reflexões: neste dia tive tempo de parar e pensar muito na vida. O sonho do doutorado pode vir amanhã quando eu estiver indo para o Salar do Uyuni, estou na expectativa de uma vida toda! Seria tão bom. Toda correria da vida seria recompensada. Foi quando percebi que a recompensa da vida acontece a todo momento especialmente ao contemplar a paisagem da estrada escutar uma musiquinha... Sensacional ( como diria o Marcinho), mais feliz que colono de tamanco novo como diria minha mãe, tranquilo feito grilo como eu diria!
Com certeza é uma das paisagens mais impressionantes que já vi na minha vida!!!
Passagem: de Santa Cruz para Sucre tem voo em três horários as 9 da manhã, a 13h e as 16h. Antes de embarcar tem que pegar uma taxa de 15 bls. Mas, se prepare, o meu atrasou 1h.
Saúde: a dor de garganta continua e durante o voo tomei dipirona para aliviar a dor no corpo, mas fiquem tranquilos até amanhã estarei bem.
Deslocamento: Ir para Bolívia passando por Corumbá e pegando o trem da morte é uma aventura interessante, mas que segundo todos os viajantes que conheci e que fizeram, não vale a pena, pois demora muito.
Música: no taxi fomos ouvindo música boliviana, fiquei a fim de comprar um cd.
Dica: segui a dica do Junior e preparei um chá de coca no hostel, coloquei em uma garrafinhande água e estou levando para enfrentar a altitude de Potosi. Além disso, to levando na mochila de ataque uma jaqueta. Tomei também um dramim, porque a estrada é parecida com as de Minas Gerais, mas as que tem muitas curvas....
Trânsito: compreendi que buzina é a forma de comunicação entre os motoristas, para atravessar um cruzamento, ao invés de dar uma seta, para xingar, para ultrapassar um trator na curva, em faixa continua em uma estrada sem acostamento e etc.