Salar do Uyuni

Perfeito para mochileiros!

Asa Delta - Rio de Janeiro

Um roteiro clássico, mas cheio de aventura!

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Cidade perdida!

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Roteiro perfeito para Snowboard.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Asa delta - Rio de Janeiro

Olá galera,
Já estive no Rio de Janeiro várias vezes, mas neste poste vou falar um pouco sobreva experiência de voar de Asa delta.
A aventura começou quando as mineira, Danielle e Marielle eu moram em Brasília e que havíamos encontrado no Rio fizeram o convite. Claro que eu aceite!
No dia seguinte eu e a Rosemara nos aventuramos de ônibus pela cidade até chegar ao bairro de São Conrado, mais especificamente a praia do pepino.
Como estávamos em Copacabana, tínhamos várias opções de ônibus, que são tranquilas e baratas, visto que, a distância é longa.
Lá encontramos Saquarema, um instrutor de Asa Delta que tem 23 anos de experiência. Ele é um cara nota 10 e super profissional. Vou deixar o contato do Saquarema pra quem interessar, fone (21) 7812-6351.
Seguimos até a associação até a associação de vôo livre, fiz meu cadastro e até ganhei uma carterinha de aluno aspirante.
Achei super organizado!
Logo seguimos de carro, eu, Rosemara, Saquarema e Jacinto (uma auxiliar do Saquarema). No caminho de subida para Pedra Bonita, que fica aí lado da Pedra da Gávia. 
Só de subir até lá já vale o passeio.
Pois a vista é maravilhosa!
Em seguida foi hora de colocar os equipamentos de segurança, receber todas as instruções, escutar as histórias do Saquarema e do Jacinto, que brincaram um monte com a Rose e tirar algumas fotos. 
A tranquilidade na hora do ovo com certeza ocorreu pelo profissionalismo deles. 
Mas, a emoção de decolar, foi alucinante e amedrontadora. Enfrentei o medo e saltei para o infinito. 
Depois, foi só aproveitar a paisagem e a sensação de voar. Preparei um vídeo que compartilha um pouco da emoção vivida. Para acessar clique no play:

 Vídeo

Depois da aventura eu e a Rose pegamos um ônibus e fomos almoçar no centro em um restaurante chamado La Sagrada Familia, comemos o prato da boa lembrança (arroz com frango xadrez. Não foi tão bom quanto o que comi com o Julio n Leblon, a noite no Esch Café (uma carne com batata e molho).

Dica: para dançar indico o Leviano Bar, cada dia toca um estilo diferente, fica no Largo da Lapa. 
Neste momento queria agradecer as parceira Jú e Rose. Sem esquecer é claro do Julio e da Kelly.

 2014

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Morretes/PR - Estrada da Graciosa

Olá galera,
Já fui para Morretes no litoral do Paraná algumas vezes. Neste post vou colocar informações sobre ter delas. A primeira quando fui com a minha mãe; a segunda quando estive com as Peruanas, Violeta e Lulú e a terceira quando fui de Bike com a Lú, o Alfalfa e o pessoal dos Beras.
Em 2013 combinamos em um dos fins de semana de novembro de ir para Morretes, para quem não conhece as atrações principais são descer o rio de bóia, comer barreado e paa os aventureiros descer de Bike. 
Na vez que foi com a mãe descemos pela rodovia 277, fomos direto para Morretes e almoçamos no meu retaurante preferido o Villa Moretes fica do outro lado da ponte e a comida é simplesmente maravilhosa.

Quem vai precisa comer o prato típico da região, o Barreado, carne desfiada feita na panela de barro, farinha e banana. Para quem estiver disposto a comer muito, tem o barreado completo, que acompanha ainda, camarão (ao bafo e a milagrosa), peixe e pirão.
Já quando fui com Violeta e Lulú fomos pela estrada da Graviosa.
A vista da Serra do Mar é esplendorosa. Tem vários lugares para parar, indico uma cachoeira que tem no caminho e o mirante.
Novamente nesta vez comemos no restaurante Villa Moretes. Lá encontramos o Jeferson, almoçando com sua família, puder conhecer o seu filho guerreiro. 
O terceiro episódio que vou comentar foi uma ida de Bike pela estrada da Graciao. De casa até Morretes foram 80 km. Isso mesmo, mas depois andei mais, já conto.
Depois de chegar na serra pegamos alguns kilometros pelo caminho antigo. São mais ou menos 7 km de cascalho e muita natureza. 

Ficar atento, pois tem uma placa que sinaliza para este trecho. Não aconselho passar de carro por este pedaço!
Chegando esmoreceres almoçamos no restaurante Madalosso, muito tradicional. Mas, ainda prefiro o Villa Morretes.
Para quem acha que a aventura acabou, segui mais 56 kilometros até Ipanema/PR. Uma praia no litoral paranaense. 
O sol estava forte, parei várias vezes para tomar água e renovar o protetor solar. Confesso que isso fez com que eu sentisse bastante cansaço nos últimos 20 km. 
Essa não foi nem de longe a primeira vez que foi para o litoral paranaense de Bike, mas o calor e o almoço caprichado em Morretes, somados aos 136 km, me deixassem cansado. Mas, isso não atrapalhou em nada aproveitar o super churrasco preparado pelo João, na casa da Prof. Marynelma.
Além disso, a vista do apartamento dela ajudava a recarregar as energias.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Sergipe / Litoral Sul

Pessoal, se eu passasse 1.000 anos contando, não daria para expressar tudo que vivi. Mas, segue um segundo da minha vida.
Neste post vou contar principalmente o trajeto da minha primeira ida ao litoral Sul do Sergipe, mas acrescentei algumas informações de minha segunda ida em 11/2014.
Iniciamos um passeio de um dia pelo litoral Sul. Para realiza-lo de carro é só seguir sentido Sul pela beira mar, até o condomínio portal do Sul, lá pegar a direita em direção ao povoado do mosqueiro, onde é preciso virar a esquerda. Ali você pode seguir até a Groa do Goré ou seguir para as praias do Sul. 
O passeio da Groa inclui um passeio de Catamarã, pela praia dos namorados e uma parada na Groa, ao retornar do passeio há uma freirinha e apresentação de quadrilha, forró e como diz o Nininho (motorista) "tem um bocado de coisa boa". 
No nosso caso a primeira parada foi na praia de Caieiras, uma praia quase deserta e com um visual impressionante.
Na sequência fomos até a lagoa do Sambaqui, para entrar tem que pagar R$ 3,00, depois de entrar comprar ração para dar para os peixes. 
Durante esse passeio conversei com alguns amigos, pena que eles e principalmente minha família não estão  aqui!
Depois da lagoa continua-se para o Sul até um trevo que da duas opções, seguir para Praia do Saco ou Mangue Seco. Sugiro fazer os dois. Nós seguimos para a praia do Saco, simplesmente maravilhosa. 
Aproveitei para nadar e sentir o que seria nadar no mar, acho que estou bem, isso porque iria participar do SESC Triathlon e estava em fase de preparação.
Logo contactamos o Antonio, motorista de Buggy que levou nós cinco. Contato do Antonio (78) 9993-9238. O Tur passa por toda praia do saco, praia das dunas (que faz parte da praia do saco).
A próxima parada foi a Praia das dunas, ela é  formada por uma lagoa com água do mar, a água é super clara e quentinha, além da paisagem ser fenomenal.
Mas, quando chegamos na Ponta da Praia do Saco, completou a perfeição. 
Lá sentamos para tomar uma água de coco ao som de Paula Fernandes, "os teus pés na terra nascem flores... teus olhos saem cachoeiras..." 
Que felicidade!!!
Nosso almoço foi no restaurante Piratas, pedimos um peixinho.
A tarde fomos de barco até Mangue Seco, já no estado da Bahia. 
Lá visitamos a vila toda e o morro Ponta do coco. Morro que serve para descer a duna e cair na água. Para conseguir uma prancha procure o Raimundo ele tem uma barraca atraz da duna. Desci algumas vezes os caras que estavam lá duvidaram, mas na segunda descida fui de pé até o final. Na segunda oportunidade que estive lá fiz algumas filmagens que ficaram muito boas.
Passamos ainda na igreja do Perpétuo Socorro, local em que Tieta descobre o segredo da Perpétua (ela era careca e escondia o documento do falecido).
Para atravessar tem que ser com o Paciência, (79) 9829-6995. O Paciência é um barqueiro muito simpático e tranquilo, sempre com um sorriso no rosto.
Outro passeio que fiz em Mangue, foi o de Buggy, entre fazer o passeio de Buggy em Mangue Seco ou na Praia do Saco, aconselho fazer na Praia do Saco!
Na segunda vez que estive lá ainda tive a oportunidade de ir até a Praia de Mangue Seco, com o Buggy e almoçar lá, comemos Casquinha de Aratu, é como um Caranguejo, que eles fazem com molho, muito bom.
A noite fomos jantar na República do Camarão, um lugar super bacana e com comida de primeira.
Dica: alugue um carro, pagamos R$ 120,00, como estávamos em cinco economizamos um monte. Apenas fiquem atentos para abastecer antes de sair de Aracaju, pois na estrada só haverá posto chegando na lagoa. Outra opção é contactar o Nininho, ele sempre atende a gente, Fone (79) 9995-1354.
- 16/02/2014

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Aracajú/SE - Uma orla inesquecível

Olá galera, 

Sempre que viajo para um estado ou uma cidade desconhecida e fica a expectativa de paisagens, lugares e pessoas que passarão a fazer parte da história da minha vida. Com Aracaju não é diferente, quero ver se aproveito o máximo. 

Contarei neste post um pouco a respeito da Cidade de Aracajú, lembro que há outros em que conto a aventura no Litoral Sul do Estado de Sergipe e para o Canion do Xingó.
Chegamos na cidade próximo a hora do almoço e seguimos direto almoçar no restaurante Pitú Pirão da Eliane. Pega essa mãe!
Comemos uma moqueca de peixe e camarão maravilhosa e a um peixinho super suculento.
Em seguida passamos no projeto Tamar, muito bacana ver e compreender mais a respeito da vida das tartarugas. 
Participamos ainda do passeio no "Submarino Amarelo" projeto do Tamar que expõe animais marinho de profundidade. A exemplo da barata gigante do mar, que vive a 2 mil metros de profundidade e chega a 1 metro de comprimento. 
E de um crustáceo bem simpático que parecia estar coçando as costas.
Mas, o mais emocionante foi passar a mão no tubarão. 
No final do dia fui correr na orla fiz 8 km, a necessidade de treinar para o SEsc Triatlhon me possibilita passar por lugares como o porta da cidade.
Tive a oportunidade de passar ainda por um local onde existe estátuas dos fundadores do estado de Sergipe.
A noite ainda aproveitamos para jantar no Pitu e passar tirar algumas fotos na frente do hotel.
Para compras indico o centro de arte cultura J. Inácio e a feira do turista. 
Em uma das noites fomos comer o Prato da Boa lembrança, um ravioli recheado com carne de aratu servido com molho de ervas aromáticos e tomate cereja. Isso tudo no Lá Tavola. 
E para aproveitar a noite fui ao Cariri, para dançar forró!
Lá a música é boa e o pessoal dança forro pé se serra de primeira, conheci um pessoal gente boa! 
No último dia fui com a Pri aí Mercado Tales Ferraz, um museu de artesanato. Caso alguém queira ver o mercado de mantimentos vá até o Albano Franco.

Fazia tempo que não ia a um mercado de artesanato tão rico!
A viagem encerrou com o passei no centro histórico, o  caminho do calçadão da rua João Pessoa, que da acesso a praça central, com a assembleia legislativa, o Palácio do governo, a plaça Olímpio Campos e logo atraz dela a Catedral e o centro de artesanato. 
Pessoal, visito tudo isso e mais um pouco!
Em outra vez que estive em Aracaju fui comer na República dos camarões. Pedimos isca de peixe, camarão grelhado, para de caranguejo a milaneza e uma salada. Simplesmente magnífico. 
Dica: república dos camarões.
Dica: hotel Aquários, se for ficar aqui, peça um quarto de frente para o mar e com sacada. O lugar é bom, destaco a piscina, a localização e a vista. Entretanto o preço é um pouco salgado.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Caminho da Pedra e do Vinho - Bento Gonçalves/RS

Olá Galera!
O estado do Rio Grande do Sul tem me mostrado surpresas muito lindas. Por isso, vou contar um pouco destas experiências.
Chegamos em Caxias com um vôo da Azul, direto de Curitiba. Deslocamento rápido e tranquilo.
Na primeira noite jantamos na Cantina Lunelli, um lugar de comida muito boa e barata. Apenas fiquem atentos pois os pratos são bem servidos.
Comemos um bife a parmegiana, um talharim a carbonara e uma outra carne. Além disso, uma cervejinha puro malte, fabricada na região.
A hospedagem foi no Hotel Personal, excelente. Tinha um ótimo café da manhã, academia, spa e tudo mais. 
Fique atento, pois, dia 20 de fevereiro tem a festa da uva na cidade.
Um dos dias de manhã, foi andando até uma escola de natação, no caminho passei por uma das principais avenidas, a Julio de Castilhos. 
A noite vale a pena aproveitar a noite aqui. Passei ainda pelo parque dos Maxaquinhos, para quem quer passear ou caminhar vale irá até lá.
A tarde fomos com o Mykon, motorista gente boa, o contato dele é (54) 9941-0028. Seguimos com ele para Bento Gonçalves, para o caminho de pedra.
Só o caminho até lá já era uma atração!
Almoçamos no restaurante Nona Ludia, lugar lindo e maravilhoso.
Além disso, só a entrada era sopa de chapeletti com ien (o recheio do capeletti) maravilhoso.
Indico o vinho da região! Comemos muito e aproveitamos a companhia dos amigos. Fora isso o capeletti e me deu a recordação da Nona e das tias lá em Campos Novos/SC. Só posso dizer que minha felicidade gastronômica me fez pensar na família e nos amigos.
Putz, comi de mais!
Seguimos para a Casa da Ovelha, vende queijos matutados para o Brasil todo, são queijos de leite de ovelha de alta maturação.
Em seguida passamos no Doces Peedebon, comprei um doce de abóbora com côco paraninfa mãe. Lembro quando a mãe fazia esse doce, aí vai uma boa recordação mãe!
Nessa foto estou eu e dona Santina, juntamente com o seu Severino são osproprietários  do local.
Fomos a vinícola Angheben e o senhor Idalencio Angheben nos apresentou primeiro a história de sua família que veio do norte da Itália, mais especificamente de Pomarolo, ao norte de Rovereto Trentino. Ele é enólogo e foi professor na universidade  durante 33 anos.

Começamos com um vinho Gewurztraminer, suave e indicada para o calor.
Seguimos com um Pinot Noir, excelente e muito suave. Serve para comidas leves como salmão e massas leves. Na sequência veio um barbeira de uvas italianas, boa para acompanhar pizza. 
Tanino, álcool e acidez, fazem o conjunto do vinho. A acidez trava a sua boca, o tanino da a liga e quebra a acidez.
Seguimos para um Tourigan Nacional, bom para tomar com uma carne de cordeiro.
E por fim, um Teroldego, mais forte.
Mais encorpado e muito, mas excelente. Na dúvida um barbera, mais suave um Gewurztraminer, mais intenso o Teroldego. 
Depois da despedida muito emocionante, seguimos para o Dom Cândido, indicação do seu Idalencio. Provamos um Tannat e um Marselan. Tannat acompanha carnes lembra couro e tem seis meses de varil de carvalho. O Marselan, frutas vermelhas e mais leve, acompanha aves e carnes.
Paramos ainda no Marco Luigi, um lugar para apreciar a vista e tomar um sorvete.
Voltando passamos por Bento Gonçalves. 
No último dia passamos na cidade de Carlos Barbosa, um lugar lindo e bem organizado, além disso, pessoas muito simpáticas. 
Lá indico passear pela cidade e fazer compras na fábrica da Tramontina e uma loja Petina de Formaio. Na loja da Tramontina tudo com 20% de desconto. 
Já na Petina de Formaio tem uma cachaça "Weber House" que é a melhor do Rio Grande do Sul (segundo a pessoa que nos vendeu).
O local é lindo!
Neste post agradecimentos especiais a Walfrido, Andrea, Barnabé (melhor guia da região), e demais amigos!
Ainda tenho que comentar que voltamos por Porto Alegre, local onde aproveitamos para comer no Sushi by Cleber, local maravilhoso. Comemos o prato da boa lembrança, um Combinafo de Camarões, com fatias de sashimi de atum e salmão selado, nigiri shake maçaricado, salmão e ceviche com calda de Ananako. 
Será que é bom!